O Grimble sempre foi um menino danado! Não bastasse me fazer sair correndo atrás do pôr-do-sol na nossa adolescência, agora me propõe essa maluquice, escrever todos os dias. E escrever faz parte de nossa infinita amizade, poemas e canções adolescentes, cartas semanais e hoje emails e bate-papos na interntet. Então topei, topamos cada um fazendo a sua parte, ele escrevendo um romance e eu escrevendo crônicas. O difícil era saber sobre o que, então pensei, contar histórias de personagens reais.
Afinal, minha vida sempre foi muito privilegiada, vivi em muitos lugares, tive a oportunidade de conhecer pessoas incríveis, pois tenho por princípio apreciar o seres humanos exclusivamente pelos seus méritos individuais, não importando cor, idade ou classe social. Eu gosto de gente!
Não se iludam, oposto ao que possa parecer o início desta história, nunca consegui me adaptar a grupos sociais específicos, o que eu gosto é de ter o prazer de circular entre todos eles, observando, ouvindo, conhecendo. Sempre digo que não crio raízes, jogo sementes, que florescem em solo fértil. Foi assim que conheci as tais gentes que tanto me encantam. Desde próceres intelectuais e políticos até personagens do dia a dia, que passam desapercebidos no meio da multidão, mas que sem querer esbarraram por mim um dia. E de verdade, sem desmerecer ninguém, a eles devo as minhas melhores histórias de vida. O dono da venda que nunca se esquecia de me dizer bom dia, a faxineira que se ajoelhou pra rezar por mim em um hospital público cheio de gente, o garçom que sempre me trazia uma sobremesa de graça, o velho italiano que cantava na rua.
E hoje, diante do desafio de escrever uma crônica por dia, percebo que essas pessoas são os personagens da comédia romântica que se tornou a minha vida, portanto é sobre eles que vou falar, devolvendo-lhes em homenagem o muito que fizeram por mim ao longo desses, nem tantos, anos vividos.
Chamar isso de desafio talvez seja injusto, pois ter a oportunidade de reviver estas histórias será, certamente, um prazer. Só posso pedir que as Musas me iluminem, meus fantasmas me ajudem e minha memória não me traia. Amém!
Afinal, minha vida sempre foi muito privilegiada, vivi em muitos lugares, tive a oportunidade de conhecer pessoas incríveis, pois tenho por princípio apreciar o seres humanos exclusivamente pelos seus méritos individuais, não importando cor, idade ou classe social. Eu gosto de gente!
Não se iludam, oposto ao que possa parecer o início desta história, nunca consegui me adaptar a grupos sociais específicos, o que eu gosto é de ter o prazer de circular entre todos eles, observando, ouvindo, conhecendo. Sempre digo que não crio raízes, jogo sementes, que florescem em solo fértil. Foi assim que conheci as tais gentes que tanto me encantam. Desde próceres intelectuais e políticos até personagens do dia a dia, que passam desapercebidos no meio da multidão, mas que sem querer esbarraram por mim um dia. E de verdade, sem desmerecer ninguém, a eles devo as minhas melhores histórias de vida. O dono da venda que nunca se esquecia de me dizer bom dia, a faxineira que se ajoelhou pra rezar por mim em um hospital público cheio de gente, o garçom que sempre me trazia uma sobremesa de graça, o velho italiano que cantava na rua.
E hoje, diante do desafio de escrever uma crônica por dia, percebo que essas pessoas são os personagens da comédia romântica que se tornou a minha vida, portanto é sobre eles que vou falar, devolvendo-lhes em homenagem o muito que fizeram por mim ao longo desses, nem tantos, anos vividos.
Chamar isso de desafio talvez seja injusto, pois ter a oportunidade de reviver estas histórias será, certamente, um prazer. Só posso pedir que as Musas me iluminem, meus fantasmas me ajudem e minha memória não me traia. Amém!